Arquivo da Categoria: Filmes até 1920

Crítica – Within Our Gates (dir. Oscar Micheaux, 1920)

Crítica – Inocente Pecadora (1920)

Publicado originalmente em 1001 FILMES QUE PRECISO VER ANTES DE MORRER:
Voltando ao romance escrachado, acompanhamos a trajetória de Anna Moore, uma derrotada que sai da Nova Inglaterra para desfrutar de melhores oportunidades em…

Crítica -Lírio Partido (Broken Blossoms/ 1919)

Crítica -O Gabinete do Dr. Caligari: Uma metáfora do totalitarismo

Publicado originalmente em Mutuca:
Frederico Di Giacomo Rocha     A mente de um louco nas telas de cinema, a consciência sombria traduzida em imagens góticas que tanto simbolizam uma história de terror…

Critica -Les Vampires (1915)

Publicado originalmente em Cultura intratecal:
Dirigido por Louis Feuillade e com destaques para Musidora e Marcel Lévesque, Les Vampires foi lançado como um seriado de 10 capítulos, totalizando 7 horas de duração. Confesso que…

Filmes: A Idade do Ouro (1930)

Publicado originalmente em Assim Era Hollywood:
A IDADE DO OURO Título Original: L’Age d’Or País: França Ano: 1930 Duração: 60 min. Direção: Luis Buñuel Elenco: Gaston Modot, Lya Lys, Caridad de Laberdesque, Max…

A Caixa de Pandora 1929 (Die Büchse der Pandora), de G. W. Pabst

Publicado originalmente em Clássicos Universais:
Não são muitos atores, mesmo entre os melhores, que conseguem imprimir uma presença tão marcante nas telas quanto Louise Brooks no papel de Lulu, em A Caixa…

A Paixão de Joana d’Arc 1928

Publicado originalmente em Uma Dose de Cinema:
É necessário ver – ou rever – um dos maiores filmes, não apenas do Cinema Mudo, mas da Sétima Arte como um todo: A Paixão de Joana d’Arc (1928),…

Um Homem com uma Câmera (Dir: Dziga Vertov) 1929

Publicado originalmente em Cine Análise:
Dziga Vertov, um dos mais influentes cineastas do mundo, foi o criador de várias teorias cinematográficas. Uma das mais famosas é a do cinema-olho ou cinema-verdade (Kino…

Projeto Hitchcock: Chantagem e Confissão (1929)

Publicado originalmente em Cine Análise:
“O diálogo deveria ser apenas um som entre outros sons, apenas algo que sai das bocas das pessoas cujos olhos contam a história em termos visuais” Alfred…