Crítica  – Simplesmente Acontece (2014)

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O que tiver que ser, será   

Apesar do desgastado jargão: de que sempre uma amizade colorida vira  romance no final, temos dessa vez um roteiro agradável que faz valer passar o tempo. A começar pela saudosa trilha sonora com hits dos anos 80 até os dias de hoje, dando dinâmica ao relacionamento na hora certa. Os jovens britânicos Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Claflin) são amigos inseparáveis, experimentando juntos as dificuldades amorosas, familiares e escolares. Embora exista uma atração entre eles, os dois mantêm a amizade acima de tudo.Obstáculos que impediram um possível namoro  á flor da idade se desenvolve de forma natural, sem muita intriga ou  ódio havendo respeito de ambos os lados.No fundo, eles souberam  esperar o momento certo da vida.Como dizia Chico Xavier : Tudo que é seu encontrará uma maneira de chegar até você. O filme é baseado no livro: Onde Terminam os Arco-Íris, da escritora irlandesa Cecelia Ahern, autora de  P.S. Eu Te Amo.Simplesmente Acontece.(Love, Rosie, Reino Unido, Alemanha, 2014), de Christian Ditter. Comédia Romântica.102 min.Livre. Nota :3,3 
Nota - 3,5

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Crítica – 118 Dias (2014)

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Ainda tem gente que chama isso de democracia  

Após  Gael García Bernal protagonizar em 2012 um filme documentário sobre a queda de Pinochet(No), ele volta ao gênero interpretando um repórter da conceituada revista Newsweek, humilhado em outra tirania. Na trama é enviado para cobrir o pleito iraniano em 2009 (famoso pela descarada fraude eleitoral á favor de Mahmoud Ahmadinejad).O drama começa logo após o jornalista enviar imagens  mostrando a revolta sangrenta  dos eleitores inconformados. Bahari  que nasceu em Teerã é confinado  e torturado numa solitária por 118 dias. Durante o martírio, foi interrogado com frequência  por capangas do governo do “companheiro”  de Lula, obrigado ainda  a permanecer todo tempo de olhos vendados. Segundo a pesquisa de boca de urna,o candidato déspota não teria sido reeleito nem em sua própria cidade natal.Será que a mãe dele teria votado  nele ?  Lula teria, se fosse possível. 118 dias.(Rosewater, Estados Unidos, 2014), de Jon Stewart(Os Agentes do Destino).Drama.103 min. Nota : 3,5    Nota - 3,5

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Cinderella 3: A Twist In Time. My Favourite Disney Sequel.

Publicado originalmente em Stacey Dawe:

It makes me sad that a lot of people don’t give this film a chance because it’s a sequel. Yes, Disney went overboard with making sequels and a good many of them are pointless and have no good reason to exist. Cinderella 2 was among the sequels that did not have much of a purpose and added little to the original film. I consider Cinderella 3 to be different. I think it has purpose, adds something to the original film, and tells an engaging and well-written story. To understand why I like this movie so much, you need to understand the issues i had with it’s predecessor; Disney’s 1950 Cinderella. I enjoy watching the original film, but most of m enjoyment comes from the side characters. Cinderella and her Prince have little personality. I don’t care about the Prince at all and don’t care as much about Cinderella as I…

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RESENHA: “John Constantine Hellblazer: Triângulos infernais” de Jamie Delano e Rick Veitch

Publicado originalmente em :

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 11006129_10205852288688078_337219047_nDeus é justo. E a justiça é cruel”.

Resenha do encadernado publicado no Brasil pela Panini.

Roteiro de Jamie Delano e Rick Veitch, desenhos de Brett Ewins, Jim McCarthy, John Ridgway, Rick Veitch, Richard Piers Rayner e Tom Mandrake. Arte-final de Alfredo Alcala e Mark Buckingham.

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A Origem dos Contos de Fadas: Cinderela #2

Publicado originalmente em Sonhadores Literarios:

Um dos contos de fadas mais famosos de todos os tempos sem dúvida é o da Cinderela. Milhares de garotinhas ao redor do mundo assistem ao seu filme milhares de vezes, fazem festas com o tema da princesa, se vestem como ela, etc.

Mesmo com vários personagens atuais, Cinderela sobreviveu por décadas no imaginário infantil. Dezenas de versões para o cinema, televisão e teatro ajudaram a manter fresco na memória uma das mais memoráveis personagens dos contos infantis. A adaptação mais lembrada do conto é a feita pela Disney em 1950. Entre as versões mais famosas estão as versões do francês Charles Perrault, e dos Irmãos Grimm que, embora muito semelhantes, se diferem em alguns pontos.

Analisando o conto através do estudo da etimologia do nome Cinderela, umas das bases para a criação do clássico foi o conto popular italiano La Gatta Cenenterola e dele surgiram CendrillonAschenbrödel. “Cenere”, do italiano para…

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A Série Constantine é Mito ou Realidade?

Crítica | Constantine [1ª Temporada]

Introdução

Por incrível que pareça a série  iminente de ser cancelada se não for para outro canal , assemelha-se aos espíritos trevosos do submundo que estão no meio de nós.

Na verdade, mitologia eram as chamadas historias simbólicas transmitidas oralmente, já que não existia escrita;todas elas bem próximas á realidade do cotidiano daquela cultura e daquela época.Hoje, depois de tanto tempo a culpa e a dificuldade é nossa em interpretá-las. Pois, espíritos,mediunidade, amuletos e anjos da guarda existem desde o começo dos tempos. Ocorre que todos esses fenômenos e personagens vem sendo deturpados devido á interesses político-religiosos deixando a humanidade cada vez mais cética;criando um abismo cada vez maior entre a ciência e a religião.Todavia,aos poucos, as pessoas irão conectar os fatos,até não ter mais como negar.

O grande problema da série foi a falta de conexão entre os episódios,o principal trunfo em relação a um longa metragem.Espectro – O Espírito da Vingança tinha tudo para aparecer, dando inicio a uma possível formação da Liga Sombria,alento para o futuro longa metragem de Guillermo del Toro. Uma pena!

Nota - 03

A Trama Via Site : Nerd Duty

Série do mago mais conhecido e politicamente incorreto do Universo DC carrega uma áurea de erros e tropeços em seu roteiro, mas acerta na escolha do elenco, com Matt Ryan interpretando o personagem título, e na adaptação da essência dos quadrinhos.

Em 2014 tivemos uma invasão de super-heróis e personagens dos quadrinhos invadindo a TV. ComoConstantine está entre essas figuras mais adoradas pelo público, a Warner não perdeu tempo e lançou a série do mago através do canal Space, comandada por David S. Goyer, roteirista de grandes filmes da DC.

A expectativa foi enorme em cima dessa série. Além da legião de fãs que já veneravam o personagem por causa da série Hellblazer do selo DC/Vertigo, o nome Constantine ganhou a admiração de um público não nerd através do filme Constantine de 2005, estrelado por Keanu Reeves.

Mas o sucesso dessa série já estava destinado a ser um fiasco logo no vazamento do episódio piloto, recebido por críticas negativas e submetido a um processo de refilmagens. E no decorrer de seus episódios, os baixíssimos índices de audiência impediram que o programa tivesse uma escala maior de capítulos e a confirmação de sua segunda temporada até então não aconteceu.

Mesmo com David S. Goyer no comando, os idealizadores não souberam conduzir a trama com uma certa linearidade. Cada episódio tinha o seu próprio arco de história, com início, meio e fim e que não se conectavam direito com o pano de fundo da trama, As Trevas Ascendentes. Um mapa com pontos de sangue servia como guia para John e sua equipe descobrirem qual era o próximo caso. De alguma forma esses casos isolados tinha alguma ligação com esse mal em ascensão; a utilização do acessório acabou se tornando um clichê dentro da série, algo que foi deixado de lado nos últimos episódios.

A escolha de Matt Ryan para interpretar o personagem principal foi o maior acerto do programa. Ele consegue trazer ao Constantine todo ar de trapaceiro, pilantra e sacana que sua figura possui. As caras e bocas que ele faz, seus trejeitos e seu sotaque inglês funcionam como um trunfo para seu trabalho. O que a série erra no roteiro, acerta em atuação. Michael James Shaw é a contraparte de Constantine, seu arquirrival Papa Meia-Noite; o ator é incrível, conseguindo dar ao feiticeiro todas as feições necessárias para crermos no quanto ele odeia John e tudo que ele representa.

A equipe de Constantine, por sua vez, tem seus altos e baixos. Chas Chandler, muito bem interpretador por Charles Halford, é o parceiro de John que mais funciona nas missões. A imortalidade desse personagem gera uma curiosidade muito interessante sobre suas habilidades que é em Quid Pro Quo, décimo episódio que explora mais da personalidade e do passado de Chas. A vidente Zed Martin (Angélica Celaya) não convence logo de cara e sua química com John demora a aparecer. Sua presença no programa começa a ficar interessante quando a trama da Cruzada da Ressurreição começa a ser adaptada no programa. Infelizmente esse arco não foi finalizado, assim como as Trevas Ascendentes, gerando uma certa expectativa para aqueles que acompanhavam a série para uma segunda sessão. O anjo Manny (Harold Perrineau), que eventualmente auxiliava John em seus casos, tem a mesma trajetória que Zed, chegando a ser até irritante em alguns momentos com suas aparições repentinas. É apenas nos últimos episódios que, ao descobrirmos alguns fatos sobre sua natureza, é que o personagem fica mais interessante.

Não foi apenas o sotaque inglês, os trejeitos corretos de Matt Ryan e o uso de cigarros e bebidas que tornou esse Constantine autentico para o público. Elementos da história, de sua origem, foram mantidos. A tragédia ocorrida em Newcastle com Astra, Nergal e os amigos de John são mantidas e até mesmo bem trabalhadas. O mago consegue deixar transparecer toda dor que sente com seu passado, isso inclui eventos mais anteriores ainda como uma banda de rock, no qual fazia parte, e a morte de sua mãe. É foda ver Matt chorar e expressar sentimentos pesados. Vale lembrar que em alguns episódios, amigos do passado de John dão as caras, como Gary Lester, Anne Marie e Ritchie Simpson. Suas participações trouxeram à tona camadas do velho Constantine em confronto com o “herói” que encontramos na série.

Se for para citar todas as referências e easter eggs que a série faz do Universo DC como um todo, seria necessário outro artigo para relatar os detalhes minuciosos. Mas é impossível não prestar reverencias a participação de Jim Corrigan em dois episódios. Pra quem não sabe, ele é o futuro Espectro. Quem conhece as HQs sabe o quanto é grandioso ver personagens que você aprende a amar aparecendo, mesmo que sejam como coadjuvantes, em alguma forma de mídia alternativa. Um outro grande personagem da DC que também deu as caras foi o vilão Félix Fausto, apesar de ser em apenas um único episódio. Esse antagonista merecia um tratamento mais digno, afinal ele é um inimigo da Liga da Justiça.

Aclamados também devem ser alguns episódios específicos, como A Feast of Friends que adapta Hellblazer #01 trazendo todos os elementos que ajudaram a tornar essa edição piloto memorável, como Gary Lester viciado e pessoas devorando tudo que veem pela frente, literalmente. The Saint of Last Resort, divido em duas partes, é um dos que mais prendem a atenção do espectador por possuir uma certa linearidade e inserir na trama elementos como a brujeria, ivunches e um John Constantine possuído por um demônio, tendo mais uma vez Matt Ryan impressionado pela sua atuação. O último episódio, Waiting for the Man, também adapta um arco direto dos quadrinhos e apresenta um dos episódios mais sombrios da série, ao lado de Blessed Are the Damned, onde um pregador havia ganhado a habilidade de curar enfermos em sua congregação.

Viram? Se analisarmos cada episódio separadamente não encontraremos tantos problemas assim. Agora, vendo a série como um todo, o seu roteiro falha ao não saber elaborar a conexão necessária com a trama central. O que motiva um espectador voltar na semana seguinte é o suspense e a curiosidade em saber o que vai rolar no episódio seguinte. Se o capitulo começa e termina ali mesmo, que expectativa eu tenho para a próxima semana?

Se o programa ganhará uma segunda temporada, ninguém sabe. Como fãs queremos que Constantine tenha uma segunda chance e que as pontas soltas da história sejam terminadas dignamente com o roteiro acertando a mão em seu segundo ano. Constantine merece uma segunda oportunidade, pela atuação de Matt Ryan e pela oportunidade de vermos o lado místico do Universo DC estabelecido na TV.

Cinema.Estreias da Semana.26.02.15

Estreias do Cinema.27.02.15

EM BUSCA DO PAI DO JASPION?

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Diogo(Danton Mello)  está empolgado para rever os colegas após 20 anos.Na verdade ele quer tirar o atraso com a garota mais linda do colégio ,além de zoar com o cara mais zoado da turma.O problema é que não tem onde deixar o filho pequeno, já que a esposa teve que cuidar da sogra abruptamente. Uma comedia com músicas dos anos 1980 relembrando Japion e companhia. Com Rafinha Bastos,Danilo Gentilli, Dani Calabresa, Monica Iozzi do CQC e Nicole Bahls. Superpai (Brasil, 2014), de Pedro Amorim(Mato Sem Cachorro) Comédia.90 min.14 anos.Nota :2,5.

Nota - 2,5

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SININHO : A MITOLOGIA TEM MIL FACES

Fawn tem a função de  cuidar dos animais enquanto Nyx  protege o Reino das Fadas de possíveis ataques selvagens. Quando um mostro satânico simbolizado pela literatura surge por lá; cada uma acaba  interpretando de acordo com a   realidade de sua mente. Sem julgar o certo do errado a atitude Nyx acaba dividindo as fadinhas , dessa forma  desguarnecendo as defesas duma terrível tempestade milenar. É um crime interpretar mitologia ao pé da letra, sinônimo de anacronismo.As aparências enganam. Linda animação, a melhor da franquia até agora! Tinkerbell e o Monstro da Terra do Nunca (TinkerBell and the Legend of the Never Beast, Estados Unidos, 2014), de Steve Loter.Animação em 3D.Nota :3,5

 Nota - 3,5

 

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TODO MUNDO TEM SEU PREÇO

Ambientado em 1978; um ótimo figurino que lembra o filme:  Trapaça. Lá, bandidos de primeira viagem tentam extorquir 1 milhão de dólares de um trambiqueiro(Tim Robins) sequestrando sua bela mulher(Jennifer Aniston). Ocorre que no cativeiro ela conhece os negócios escusos do marido,sobretudo a relação extraconjugal, fazendo-a refletir sobre quem seria o inimigo afinal.Uma boa trama, sem muita emoção, é verdade,mas com algumas piadinhas divertidas.Além disso , é sempre bom ver Jennifer Aniston em cena. Com Isla Fisher e Yasiin Bey. Sem Direito a Resgate.(Life of Crime, Estados Unidos, 2014, de Daniel Schechter.Comédia.: Nota : 2,5 Nota - 2,5

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CONHECE-TE A TI MESMO :TODOS SOMOS UM 

Agente do governo com vida pouco invejável ganha novo colega de trabalho que é sua cópia fisicamente, mas o oposto em personalidade.Apesar do título referir-se ao Duplo Vínculo (relacionamentos contraditórios),é na verdade  sua própria sombra; como no filme O Homem Duplicado.  A Sombra na psicologia de Jung e Freud representa tudo àquilo que consideramos inferior em nossa personalidade e também aquilo que negligenciamos e nunca desenvolvemos em nós mesmos.Quando dominados, projetamos essas qualidades indesejáveis nos outros, sem  perceber.Por Simon (Jesse Eisenberg) ser extremamente tímido, passava desapercebido no trabalho( como se não existisse).Já o seu reflexo,  chamava a atenção de todos por ser ousado e destemido,mas desonesto- inclusive nos relacionamentos amorosos,-sucumbindo seu alter ego cada vez mais. Nosso”eu” é formado por um conjunto de personalidades.Todavia, só conseguiremos domina-las quando ás conhecermos de fato.É a chamada  paz de espírito que todos sonhamos.Com Mia Wasikowska.O Duplo.(The Double, Reino Unido, 2013), de Richard Ayoade.(Os Boxtrolls).Drama. 93 min 14 anos. Nota : 3,5 

Nota - 3,5

Vai-Vai – 80 Anos Nas Ruas

Aproveitando o recente e deslumbrante título em homenagem a cantora Elis Regina,  a tradicional Escola de Samba do Bexiga lança o grande documentário sobre sua fundação, engavetado há pelo menos 3 anos. Vai-Vai – 80 Anos Nas Ruas.(Brasil, 2012), de Fernando Capuano.Documentário.100 min.Livre.

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A História da Eternidade

 Em um pequeno vilarejo no Sertão, três histórias de amor e desejo revolucionam a paisagem afetiva de seus moradores. Personagens de um mundo romanesco, no qual suas concepções da vida estão limitadas, de um lado pelos instintos humanos e do outro por um destino cego e fatalista.Na 38ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, recebeu o Prêmio de Melhor Filme escolhido por júri popular. A História da Eternidade.(Brasil, 2015), de Camilo Cavalcante Drama. Com  Irandhir Santos( Tatuagem), Claudio Jaborandy e Leonardo França.120 min.16 anos.

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Sr. Kaplan

Irritado com a sua velhice e ociosidade, o Sr. Kaplan, de 75 anos, decide investir em uma “missão” que poderá transformá-lo em herói: desmascarar um idoso vizinho alemão, recém chegado, que ele desconfia ser um ex-nazista.Sr. Kaplan.(Mr. Kaplan, Uruguai, Espanha, Alemanha, 2014), de Alvaro Brechner.Comédia.98 min.12 anos.-

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Bem perto de Buenos Aires

A tranqüilidade de um bairro pacato de Buenos Aires fica abalada depois de estranhos fatos na região,além de  um blackout inusitado.Bem perto de Buenos Aires.(Historia del Miedo, Argentina, 2014), de Benjamin Naishtat.Drama. Mirella Pascual.80 min.