Crítica – The Old Guard (2020)

the old guard

Charlize Theron e os Highlanders

 Baseado na linda HQ homônima ilustrada por Leandro Fernandez e escrita pelo roteirista do longa, Greg Rucka, uma equipe de heróis imortais protege a humanidade agindo nas sombras para esconder seu DNA sagrado de tiranos oportunistas, atravessando dinastias orientais milenares, monarquias absolutistas ligadas à Santa Inquisição medieval contra bruxas, passando por ditaduras para o proletariado, guerras mundiais, até chegarmos ao republicano tempo presente. “The Old Guard”, original da Netflix, dirigido por Gina Prince-Bythewood, produzido e protagonizado por Charlize Theron, perde a oportunidade de se tornar um épico de batalhas fantásticas ao escolher uma trama mentalmente preguiçosa, atual e lúdica, se rendendo a repetitivos clichês com vilões fracos, sem dar a devida importância ao passado instrutivo. Apesar de tudo, é sempre bom ver a “Atômica” Charlize interpretando a líder secular Andrômaca em deliciosos planos-sequência, inconfundíveis, a fim de ensinar a novata Nile (KiKi Layne – Se a rua Beale falasse). Apesar do excesso de dramaticidade nos momentos-chave é um bom episódio piloto de uma possível franquia cinematográfica de acordo com as cenas pós-créditos.  

The Old Guard. Direção: Gina Prince-Bythewood. Ação. (EUA – 2020, 124 min) 16 anos. Com Matthias Schoenaerts, Marwan Kenzari, Luca Marinelli, Chiwetel Ejiofor, Harry Melling, Veronica Ngo, Anamaria Marinca, Joey Ansah Nota: 3,0 

Nota - 03

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