Crítica –  O Reino dos Gatos (2002)

o reino dos gatos

Adorável e comovente cartilha sobre o místico comportamento dos gatos   

A exemplo de A Viagem de Chihiro, O Reino dos Gatos, retrata outra jornada de amadurecimento da personagem principal, Haru, uma adolescente que dorme de pijama estampado, chamativo, e acorda atrasada para ir a escola em seu fugaz cotidiano. O motivo da transformação interna, consciente, foi a presença de um gato comum, disfarçado de príncipe felino, que gentilmente convidou a garota desajeitada para conhecer seu reino celeste, após salvar sua vida. Posteriormente, essa aventura fantástica a deixou serena, vestindo roupas lisas, em movimentos lentos, leves e soltos, sobretudo organizando tarefas com antecedência e responsabilidade. O curto e simples spin off de “Sussurro do Coração”, dirigido por Hiroyuki Morita, ambos na Netflix, destaca-se na perfeição dos movimentos lentos e misteriosos, característicos dos felinos, idolatrados no Japão. Baseado em “The Cat Returns”, escrito por Aoi Hiiragi. 

 O Reino dos Gatos. Direção: Hiroyuki Morita. Anime. (Neko no Ongaeshi, Japão – 2002, 75 min). Livre. Nota : 4,0

Nota - 04

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