Crítica – O Caminho de Volta (2020)

o caminho de volta

Batman alcoólico 

 Ben Affleck herdou o alcoolismo do avô e do pai, motivo principal de ter deixado a direção do novo longa pré-produzido, “The Batman”, a Matt Reeves, passando o manto sagrado para Robert Pattinson. Segundo a ex-atleta profissional de esqui na neve, Molly Bloom, autora da autobiografia homônima, interpretada por Jéssica Chastain, Affleck, é um dos jogadores da seleta mesa de poker hollywoodiana em “A Grande Jogada”. O ator, após ficar dois anos internado, percorre “O Caminho de Volta” (já disponível nas melhores plataformas digitais) a fim de conquistar a redenção, sem olhar pra trás, ao interpretar um famoso ex-jogador de basquete profissional que bebe até debaixo do chuveiro, traumatizado, após a morte do filho e a separação da esposa, Angela, (Janina Gavankar). A exemplo do intérprete, surge uma nova oportunidade de recomeço ao personagem principal, Jack Cunningham, como treinador do colégio ultracatólico, Bishop Hayes. Aos poucos, o desleixado e truculento operário do dia a dia que só pensava em beber no trabalho e dar instruções levianas aos pupilos nas horas vagas, transforma-se em um técnico dedicado que volta a vencer, focado apenas no nobre desafio, ensinando jogadas criativas e inovadoras a um time escolar de amadores adolescentes. Isso será suficiente para salvá-lo definitivamente do vício maldito ?  

O Caminho de Volta. Direção: Gavin O’Connor. Drama Esportivo. (The Way Back, EUA – 2020, 108 min). Nota: 3,0

Nota - 03

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