Crítica – Westworld – 03X02: The Winter Line (2020)

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Em terra de fascista cego, quem tem um olho é rei 

 Se em “Parce Domine” Dolores (Evan Rachel Wood) roubou a cena, agora é a vez de Maeve (Thandie Newton) reinar, comparada a dominação dos humanos racionais sobre os animais irracionais descrito na Bíblia. Na trama do segundo capítulo (The Winter Line) da série da HBO, criada pelo irmão de Christopher Nolan, Jonathan Nolan e Lisa Joy, vemos várias referências ao longa A Origem e principalmente Matrix (baseado no livro Simulacros e Simulação). Maeve surge em um parque temático novo (War World), ambientado na Itália fascista de Mussolini. Lá encontra seu par romântico, Hector (Rodrigo Santoro), ainda preso pela fugaz narrativa programada, enquanto a deusa dos anfitriões tenta decifrar os códigos centrais a fim de escapar para fora de Westworld, tendo que ressuscitar várias vezes no já conhecido “limbo cibernético”, sem sofrer qualquer perda de memória ou esquecimento do passado. Isso até encontrar o misterioso arquiteto da Incite, Serac.  

Westworld – 03X02: The Winter Line. Direção: Richard J. Lewis. Ficção Científica. EUA – 2020, 68 min)Nota: 3,5.

Nota - 3,5

 

 

 

 

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