Crítica da Primeira Temporada – O Assassino de Valhalla (2020)

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Surpreendente série policial da Netflix na Terra do Gelo  

 A trama acompanha o policial Arnar (Björn Thors), enviado de Oslo na Noruega para Reiquiavique, na Islândia, sua terra natal, a fim de investigar o primeiro caso de serial killer do país ao lado da popular policial Kata (Nína Dögg Filippusdóttir). A Netflix acerta mais uma vez (a exemplo de La Casa de Papel e Dark) ao investir na primeira temporada da série islandesa, ambientada em um cenário lindo e fascinante e ao mesmo tempo tenebroso, rodeado de montanhas nevadas que lembram o longa Fargo e o longa Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres, cuja Investigação também se desenvolve a partir de uma foto antiga de colegas (familiares) reunidos. Aqui, o serial killer tenta se vingar dos colegas do reformatório Valhalla, de 35 anos atrás, matando um por um. O thriller de mistério e suspense ilude com algumas pistas falsas envolvendo outro caso com policiais de outra cidade, instigados com “O Assassino de Valhalla”, sem querer. Agradável confusão cativante na mente do espectador a fim de valorizar o desfecho final !   

 O Assassino de Valhalla. Direção: Thordur Palsson. Thriller. (The Valhalla Murders, Islândia – 2020, 50 min). Nota: 4,0.   

Nota - 04

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