Crítica – Sonic — O Filme (2020

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Sonic é a melhor adaptação de games dos últimos tempos

 Parece que a maldição das adaptações de games para o cinema finalmente vai ser quebrada. Após os fracassos de público e crítica de Warcraft, Assassin’s Creed; e os agradáveis Tomb Raider e Detetive Pikachu que impulsionaram “Sonic — O Filme” levando às telonas tudo aquilo que os fãs esperam do personagem. Na verdade, o óbvio, geralmente o mais difícil de enxergar, segundo Clarice Lispector. A trama redondinha de conteúdo científico inteligente desenvolve-se sem pressa, evitando explicações prolixas e desnecessárias a fim de cativar adultos que cresceram ao lado do ouriço azul nos anos 90, a mesma época que Jim Carrey estrelava Ace Ventura e Debi & Lóide. O simplório protagonista conseguiu ser extremamente carismático ao explorar divertidamente seus poderes (muito melhor que o Flash em Liga da Justiça). O sempre excelente Jim Carrey fez o óbvio, característico em toda sua carreira. Diferente das animações, o vilão caricato Robotnik constrói artefatos à altura do oponente veloz e também provoca medo e raiva nas pessoas à sua volta. Ao contrário do mimado Máscara Negra de “Arlequina em Aves de Rapina” que encurtou o título. Vida longa ao Sonic no cinema. 

Sonic — O Filme. Direção: Jeff Fowler. Live-action. (Sonic the Hedgehog, EUA – 2020, 99min). Livre. Nota: 3,5.

Nota - 3,5

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