Crítica – Dilili em Paris (2018)

dilili

 O dirigível de Santos Dumont ajudou a derrotar os criminosos  

 No limiar do requintado século 20 na Cidade Luz, a pequena Dilili e seus amigos Orel e a mais famosa cantora de ópera francesa, Emma Calvé, tentam desmantelar uma organização criminosa escondida no submundo – especializada em escravizar mulheres e crianças. O enredo simples e infantilizado serve de pretexto para homenagear os gênios da pintura (Picasso, Renoir, Monet, Suzanne Valadon, Alfons Mucha, Rodin), música (Erik Satie, Claude Debussy), cinema (Os irmãos Lumiere, Méliès, artes cênicas (Sarah Bernard), ciência (Marie Curie, Louis Pasteur) e engenharia (Gustave Eiffel, Ferdinand von Zeppelin). Com ênfase especial nas mulheres até recentemente ignoradas pela história e pela sociedade (Colette, Camille Claudel, Louise Michel). O maior inventor brasileiro, protagonista da nova minissérie da HBO, não poderia ficar de fora. Inspirado nas obras de Julio Verne, Alberto Santos Dumont projetou, construiu e voou com os primeiros dirigíveis com motor a gasolina (homologado por uma comissão especializada). O Pai da Aviação era o líder daquela geração fantástica de inventores de maioria francesa provando que voar não era privilégio dos pássaros.

 Dilili em Paris. Direção: Michel Ocelot. Animação computadorizada. (Dilili à Paris, França/Bélgica/Alemanha – 2018, 95min). 10 anos.Nota : 3,0

Nota - 03

Santos Dumont | Especial dos bastidores (HBO)

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