Crítica –  Um Lindo Dia na Vizinhança (2019)

lindo na vizinhança

Piegas ao invés de comovente

Tom Hanks rouba a cena novamente para conquistar mais uma indicação ao Oscar, dessa vez como Melhor Ator Coadjuvante, graças ao clássico tom cantado, meigo e pausado de falar que amamos. Nosso eterno Forrest Gump imita igualzinho o falecido apresentador, Fred Rogers, muito popular na TV americana de 1968 a 2001. Na trama, o simplório astro ajuda o taciturno jornalista investigativo Lloyd Vogel (Matthew Rhys) a fazer as pazes com o pai moribundo (Chris Cooper). Tema familiar objetivo e extremamente didático envolto em um cenário sessentista que se confunde à maquete do seu programa infantil intitulado: Mister Rogers Neighborhood. Em oposição a ficção científica Ad Astra (indicado a Melhor Mixagem de Som) que aborda o mesmo tema com profundidade e simbolismos filosóficos contendo várias camadas interpretativas.

 Um Lindo Dia na Vizinhança.Direção: Marielle Heller. Cinebiografia dramática. (A Beautiful Day in the Neighborhood, EUA/China, 109min). 12 anos.Nota: 2,0.

Nota - 02

The first vs last time Mister Rogers sings “Won’t You Be My Neighbor”

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