Crítica – Kursk – A Última Missão (2019)

Kursk

As autoridades russas não aprenderam nada com Chernobyl

 A tragédia em Chernobyl não diminuiu em nada o orgulho das pomposas autoridades russas que mantiveram a mesma fórmula do fracasso até hoje, contaminando ainda fanáticos fiéis ocidentais. O governo continua investindo todas as suas fichas na guerra cultural ideológica, além de financiar ditaduras sanguinárias, e acaba ficando sem um rublo para investir em tecnologia suficiente a fim de salvar os compatriotas na hora mais escura. A trama baseada no livro : A Time to Die, de Robert Moore retrata a maior tragédia subaquática da história ocorrida em 12 de agosto de 2000 durante um exercício naval no mar de Barents. Lá o “inafundável” submarino Kursk afundou a apenas 108 metros de profundidade. Um resgate simples de poucas horas para mergulhadores especializados e com equipamento próprio teria salvo os tripulantes que sobreviveram às explosões internas, caso o orgulho e o egoísmo da precária alta cúpula da marinha não impedisse de pedir ajuda estrangeira (Colin Firth) dizendo mentiras infantis a imprensa e aos familiares como Tanya Averina (Léa Seydoux). Nota 3,0.

Nota - 03

O que aconteceu com o Kursk?

 

A tragédia do submarino nuclear russo Kursk (2000) – Documentário

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