Crítica – Barrabás (2019)

Barrabas

Barrabás, apóstolo redimido do Cristo?

 O presidente Vladimir Putin trouxe de volta ao seu país a Igreja Ortodoxa (excluída no regime comunista após a execução de 1.200 padres a mando de Stalin), agregado à importantes produções bíblicas de moral cristã como essa. O longa humaniza o ladrão e assassino Barrabás que se redime auxiliando os apóstolos do crucificado Messias na Sexta Feira 13 de Lua cheia. Na trama, o revolucionário é apaixonado pela irmã de Judas, a vaidosa Judith, que já tem o coração prometido à Caifás, o Sumo Sacerdote que prendeu Jesus e influenciou Pôncio Pilatos a não libertá-lo, apesar dos sinceros apelos da santa esposa do governador romano, Cláudia Prócula. De acordo com o livro : Boa Nova do Espírito Humberto de Campos, Judas Iscariotes também foi tapeado por Caifás que lhe havia prometido um cargo especial no Sinédrio. O plano do mercantilista suicida era aliar-se aos romanos rebeldes e às lideranças judaicas que após a prisão de Jesus liderariam uma revolução armada a fim de libertar Jerusalém do Império Romano para o Cristo poder reinar soberanamente na Terra.

Barrabás, Direção: Evgeniy Emelin. Drama bíblico. (Varavva, Rússia, 2019, 117min). 14 anos.Nota : 2,5.

Nota - 2,5

Haroldo Dutra- Qual era o plano de Judas

 

 

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