Crítica – O Irlandês (2019)

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É Oscar – Robert De Niro e Al Pacino juntos na máfia ligados à política e ao sindicato do crime

 Dois dos maiores atores de todos os tempos à beira dos 80 anos voltam a atuar juntos, presença marcante nos três melhores filmes do ano e favoritos ao Oscar: Era Uma Vez em… Hollywood, Coringa e O Irlandês, esse último em cartaz no Petra Belas Artes e na Netflix, dia 27. Um novo clássico de Martin Scorsese relembra O Poderoso Chefão e Os Bons Companheiros, sobretudo pela presença inconfundível de Joe Pesci, que andava sumido das telonas, interpretando o “capo” Russell Bufalino. Uma justa homenagem à carreira desses dois monstros do cinema que rejuvenesceram e envelheceram digitalmente a partir dos anos 1960 até 2000. A trama foi baseada no livro do investigador e advogado Charles Brandt, “I Heard You Paint Houses” de 2004, no qual relata o início de carreira como gângster de Frank Sheeran (De Niro) antes de se ligar à Jimmy Hoffa (Al Pacino), o presidente assassinado do sindicato dos caminhoneiros com mais de 1 milhão de sócios na época. Em depoimento mais tarde, já idoso e “humanizado”, Sheeran indica que o assassinato do Presidente Kennedy foi orquestrado pela máfia.

O Irlandês. Direção: Martin Scorsese. Drama Biográfico. (The Irishman, EUA, 2019, 209min). 16 anos. Nota: 4,0.

Nota - 04

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