Crítica – Ultraman ( 2019)

Ultraman

Ultraman MIB – gigantes substituídos por humanoides de exoesqueletos

 Suponhamos que o Ultraman original Hayata fosse o único gigante da família Ultra a defender a Terra. Terminada sua jornada, ele regressa ao planeta Ultra e durante 40 anos a paz reina por aqui. No entanto, a inútil Patrulha Científica contra os monstros gigantes que nos fazia esperar até os cinco minutos finais em cada episódio até Ultraman entrar em cena para salvar o dia, tornou-se, décadas depois, uma eficiente agência secreta de combate a alienígenas à lá MIB. A belíssima animação da Netflix em 3D reinventa o universo do personagem dos anos 60 sem deixar de lado sua essência. Hayata, devido à idade avançada, atualmente não participa mais das atividades de campo passando o bastão ao filho adolescente Shinjiro, apaixonado por uma popstar que detesta o herói e é auxiliado por agentes munidos de exotrajes em homenagem aos três sucessores do Ultraman: Ultraseven, Jack e Ace. Longe de serem humanos perfeitos, os membros da equipe tomam, às vezes, atitudes piores que as dos supostos criminosos alienígenas. O dilema da série é matá-los ou deixar que eles matem centenas de inocentes na impossibilidade ou não de prendê-los. Nota: 4,0.

Nota - 04

 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s