Crítica – Pássaros de Verão (2018)

passaros de verao (3)

Irmãos de armas de tradições milenares 

 Desde a guerra de Troia provocada pelo rapto de Helena, de Romeu e Julieta ao Poderoso Chefão, disputas entre famílias pelo poder são tão nocivas quanto as político-religiosas. A trama ficcional durante a bonança da maconha remete às origens do narcotráfico precursora da era Pablo Escobar. Ambientado entre as famílias indígenas Wayuu do norte da Colômbia, uma população antiga se envolveu numa guerra para controlar os negócios destruindo suas vidas e sua cultura em meio a discussões fúteis, tradições e rituais sagrados milenares. Tudo começa de maneira bastante inócua após o namoro do jovem Raphayet (José Acosta) e Zaida (Natalia Reyes). A mãe de Zaida, Úrsula (Carmiña Martínez), matriarca do clã, discorda da amizade de Raphayet com seu parceiro do clã alijuna, Moisés (Jhon Narváez), que fala espanhol. Os dois, na pressa de comprar cabeças de gado em troca da mão da filha, associam-se a traficantes americanos de maconha e de maneira inusitada inicia-se uma carnificina sem precedentes. Pássaros de Verão foi o representante do país no Oscar 2019.  

 Pássaros de Verão. Direção: Cristina Gallego e Ciro Guerra. Drama. (Pájaros de Verano, Colômbia, Dinamarca, México e França, 2018, 125min). 18 anos. Nota: 3,0.

Nota - 03 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s