Crítica – Os Brinquedos Mágicos (2017)

os brinquedos magicos

Controle estatal comunista, liberalismo e livre-arbítrio 

 “Os Brinquedos Mágicos” de porcelana distinguem-se pela profundidade da cor após o banho de chá. Nathan é um boneco ridicularizado por não conseguir ganhar cor. A rotina pacata da loja do “Gepeto chinês” se transforma com a súbita presença de um robozinho em forma de bola que diz ter vindo do futuro, mistura de Wall-e com BB8. A belíssima animação chinesa mescla linguagem infantilizada a termos avançados de mecânica quântica. A jornada de autodescobrimento do Pinóquio chinês dourado ao lado do “futurobô” de volta para o futuro leva-os ao submundo do senhor dos raios “Hades” e ao “Oráculo de Delfos informatizado”. Enquanto Nathan deseja se desmaterializar mergulhando em seu inferno astral, o robozinho sonha estar livre do controle de voz humano conquistando o livre arbítrio.  

Os Brinquedos Mágicos. Direção: Gary Wang. Animação (Tea Pets, China, 2017, 98 min). Livre.Nota: 4,0.

Nota - 04

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