Crítica – Toy Story 4 (2019)

ToyStory4_Hollywood_600x313

“Eu não deixo nenhum brinquedo para trás!”

 Toy Story 4, outro inevitável sucesso entre as crianças, dá alguns sinais de cansaço para o público adulto indicando novas aventuras no porvir. Dividida em duas partes, a trama leva sua mensagem mais importante logo de início e o típico e comovente salvamento heroico à lá “Até o Último Homem” no final. Andy, já adulto, doou todos os seus brinquedos a uma menininha de 3 anos, algo ainda muito sofisticado para ela. Em seu primeiro dia de aula, Bonnie sente na pele o terror de ficar algumas horas longe dos pais ao lado de pessoas estranhas mesmo que elas tenham a mesma idade. Solidão que a faz distrair-se com um pequeno garfinho de plástico animado por uma face improvisada, transformando-se em seu melhor amigo, análogo à bola Wilson do “Náufrago”. No entanto, o complexo de vira-lata da recém-nascida criaturinha “descartável” acaba causando muitos problemas a Woody em uma longínqua loja de antiguidades onde o caubói reencontra seu antigo amor de 9 anos atrás.

Toy Story 4. Direção: Josh Cooley. Animação. (EUA, 2019; 100 min). Livre.Nota: 3,5

Nota - 3,5

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s