Crítica – Casal improvável (2019)

casal improvavel

A princesa e o plebeu

   O “Casal improvável” de protagonistas e produtores do longa explora muito bem a imagem antagônica que construíram como atores ao longo da carreira de musa fina e elegante e gordinho “porra-louca” carismático. Na trama, a estonteante Secretária de Estado e futura candidata à presidência Charlotte Field (Charlize Theron), se encontra casualmente com o desleixado jornalista investigativo Fred Flarsky (Seth Rogen), recém desempregado ao descobrir que o site para o qual trabalha foi vendido para um grande conglomerado de mídia, liderado por Parker Wembley (Andy Serkis). Ao reconhecer o amigo de infância, a notória executiva resolve contratá-lo como assessor parlamentar. O típico caso dos apostos que se atraem, já que ela vive cansada do seu cotidiano superficial e limitado a protocolos e aparências comparado a vida da futura princesa britânica Kate Middleton. E ele, ao contrario, busca desbravar este aparente reino encantado como um jornalista dedicado e ativista ambiental extremamente justo, equilibrando a cabeça nas nuvens e os pés no chão.

Casal improvável. Direção: Jonathan Levine. Comédia (Long shot, EUA, 2019, 98 min).16 anos.Nota: 4,0.

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