Crítica – MIB – Homens de Preto – Internacional (2019)

MIB internacional

Ficção cientifica rasa, boba e infantilizada estraga a franquia

  MIB – Homens de Preto – Internacional expande criando filiais escondidas em todo planeta. Visualmente muito bonito, o longa produzido por Steven Spielberg tenta ser uma sátira da franquia Missão Impossível, mas infelizmente não chega a lugar algum. Peca tanto na ação fraca, quanto no suspense dramático inexistente. O enredo raso e infantilizado faz questão de revelar de cara quem é o traidor infiltrado. O que salva são as atuações femininas. No caso, M (Tessa Thompson), uma obcecada geniazinha que, após 20 anos estudando a agência secreta, consegue finalmente ser contratada. Rebecca Ferguson, em uma ótima participação especial, interpreta a assassina de quatro braços, ex-namorada do agente H (Chris Hemsworth). Já o ator encorpado parece conformado em papéis de loiro-burro sexy, mestre das piadas infames e sem graça. Entretanto, ele acerta no tom de comédia novamente, ao contrário dos antigos papeis dramáticos.

MIB – Homens de Preto – Internacional. Direção: F. Gary Gray. Comédia. (Men in Black: International, EUA/Inglaterra, 2019, 114min). 12 anos.Nota: 1,5.

Nota - 1,5     

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