Crítica – Valerian e a Cidade dos Mil Planetas (2017)

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Os mil planetas e as infinitas dimensões

Os quatro filmes mais importantes de Luc Besson, que esteve em São Paulo no dia 2 de agosto, trazem uma mensagem espiritualista ao público, priorizando a bondade e a união entre os povos. Desde Joana D’Arc – a médium guiada pelos anjos para libertar a França que padeceu no paraíso depois de ir ao inferno na reencarnação passada, na pele de Judas Iscariotes; Lucy ao atingir 100% de sua capacidade   cerebral, estando simbolicamente em comunhão direta com o Criador onipresente, a exemplo de Jesus, quando disse: “Eu e meu pai somos um”; cujo hálito, chamado de Quinto Elemento, preenche todo o universo em 11 dimensões sobrepostas, conhecidas pela ciência (invisíveis a olho nu), muito bem retratadas em Valerian (à la Avatar), interagindo, desviando e materializando objetos com um óculos especial. Diferentemente da HQ revolucionária de 1967, em que o casal é meigo e carismático (Dane DeHaan, Cara Delevingne), desta vez a postura é sisuda e militariza-da, com diálogos fúteis e pouca química entre eles. Nota :3,5. 

Nota - 3,5

 

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