Crítica – Transformers: O Último Cavaleiro (2017)

TRANSFORMERS: THE LAST KNIGHT

Involução cinematográfica

   Os humanos e os Transformers estão em guerra, e
Optimus Prime se foi. Em meio a esse caos, a salvação do nosso planeta recai sobre uma aliança improvável: Cade Yeager (Mark Wahlberg), Bumblebee, um lorde inglês (Sir Anthony Hopkins) e uma professora da Universidade de Oxford (Laura Haddock). Eles terão que unir forças para encarar uma batalha em que somente um mundo sobreviverá: o dos Transformers ou o nosso. Enquanto o quarteto sai à frente da missão, novos personagens aliados lhes dão suporte, como a órfã Izabella (Isabela Moner). A primeira trilogia com Shia LaBeouf e Megan Fox provou que Michael Bay é um bom diretor, e sua vinda a São Paulo na semana passada revelou que, além disso, é um sujeito carismático, irreverente e bondoso. Bay contou aos jornalistas que acolheu e escalou para estrela do quinto filme uma cadela rejeitada 18 mil vezes por ter epilepsia. O longa, no entanto, é forte candidato a pior do ano: desprovido de narrativa contundente, com frases de efeito esquecíveis e belas imagens desconexas que transmitem dor de cabeça em vez de informação relevante, personagens sem personalidade (à exceção de Izabella) e sequências de ação confusas.Pede pra sair, Michael Bay! Nota :1,5. 

Nota - 1,5

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