Crítica – Carros 3 (2017)

CARS 3

A difícil arte de saber quando parar

  No embalo do filme motivacional da Mulher Maravilha e do saudosista Creed,que contagiou o mundo do cinema, além de uma linda homenagem póstuma a Paul Newman – dublador do treinador de McQueen, Doc Hudson – o diretor Brian Fee fez um panorama geral do esporte automobilístico. O filme relembra as primeiras corridas de stockcar, no templo sagrado de Daytona Beach, na década de 20, quando corriam carros originais sem nenhum tipo de modificação, a fundação da NASCAR dos calhambeques de 1948 e os modernos centros de treinamento repletos de simuladores virtuais. Surpreendido por uma nova geração de corredores incrivelmente rápidos, o lendário Relâmpago McQueen (Owen Wilson) é repentinamente afastado do esporte que ama. Para voltar com tudo às corridas, ele precisará da ajuda de uma jovem treinadora, Cruz Ramirez (Cristela Alonzo no original e Giovanna Ewbank em português). Com o plano para vencer, a inspiração do Fabuloso Doc Hudson (Newman) e alguns acontecimentos inesperados, eles partem para a maior aventura de suas vidas. O teste final do campeão será na maior prova da Copa Pistão! Fernanda Gentil dubla a comentarista Natália Certeza. Nota :3,5.

 

 Nota - 3,5

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