Crítica – Soundtrack (2017)

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Brasileiros vão a Antártida sem sair de casa

  Felicidade, segundo Alfred Hitchcock, é “um horizonte limpo, nada com o que se preocupar”, como a imensidão branca do Ártico ou o espaço infinito descrito pelos astronautas da Apollo 11 momentos antes de pousarem na Lua. Decidido a realizar uma exposição de arte, o fotógrafo Cris (Selton Mello) viaja até uma estação de pesquisa polar para se isolar e tirar selfies que capturem as sensações causadas por uma série de músicas pré-selecionadas. No local, ele conhece o botânico brasileiro Cao (Seu Jorge), o especialista britânico em aquecimento global Mark (Ralph Ineson), o biólogo chinês Huang (Tho-mas Chaanhing) e o pesquisador dinamarquês Rafnar (Lukas Loughran). Os cinco precisam conviver juntos e descobrem diferentes perspectivas sobre a vida, a arte e a ciência. O melhor filme nacional do ano, de incrível nível técnico hollywoodiano, incluindo a belíssima fotografia, foi realizado “em casa”, num pequeno estúdio na Barra da Tijuca . Nota :3,5. 

Nota - 3,5

 

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