Crítica – O Círculo (2017)

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Vida intima e mortal em rede social

  Obras sobre invasão de privacidade após o advento da internet revelando o lado negro da tecnologia são recorrentes no cinema. Aqui, trata-se de uma imensa rede social, com bilhões de seguidores, mais avançada que o Google Earth e tão polêmica e imoral quanto os métodos político-religiosos de lavagem cerebral utilizados na série Black Mirror. O ritmo tenso e dinâmico dos dois primeiros atos se deve às excelentes performances dos diretores da empresa, Eamon Bailey (Tom Hanks) e Tom Stenton (Patton Oswalt), do programador Ty (John Boyega) e da novata aflita Mae Holland (Emma Watson). Uma pena que a parte final seja tão previsível, com desfecho abrupto e um tanto ingênuo. Último trabalho de Bill Paxton, que interpreta o convalescente pai de Mae Holland. O ator faleceu em fevereiro deste ano. Nota :2,5.

 Nota - 2,5

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