Crítica – Frantz (2016)

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O bom samaritano arrependido

  Foi com polêmicas e comoventes histórias que François Ozon se tornou um dos grandes diretores da atualidade. Desta vez ele inova na linda e melancólica trama em preto e branco, revezada com colorido alegre e vivaz, sobre a estranha amizade entre um falecido soldado alemão e um francês após o fim da Primeira Guerra Mundial. Adrien (Pierre Niney) tem a audaciosa compaixão de visitar diversas vezes o túmulo do amigo, no coração da Alemanha ferida. O ato é repudiado pelos habitantes da cidade, mas acaba aproximando-o da jovem viúva Anna (Paula Beer) e dos pais do desencarnado.Nota: 4,5.

Nota - 4,5

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