“Sangue é vida”, ou por que assistir a Mate-me Por Favor

Contracenário

No primeiro take, um olhar marejado, distante. Alguém nos encara em devaneio, a lágrima escorrendo pelo rosto. É uma moça. Desconfortável e alheia à festa, resolve trilhar o caminho de volta para casa, em plena madrugada, sozinha e sob efeito de álcool. A caminhada cambaleante pela calçada escura é o prenúncio de que algo ruim está para acontecer. Assistimos desconfiados aos minutos seguintes, na expectativa de que tudo corra bem. Entre sequências de mistério e tensão, estamos imersos. E então, o som é interrompido. Silêncio. Um grito ressonante, e outro. Tela escura. Entra o título.

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