Crítica – Colossal (2016)

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Metáfora ao machismo

     A homenagem aos grandes heróis japoneses da década de 70 Ultraman e Spectreman  é uma metáfora ao machismo imperativo derrotado sempre pela inteligência feminina. Outro grande mérito do longa é fato de não ser piegas com as mulheres ao desenvolver uma protagonista (interpretada brilhantemente por Anne Hathaway) cheia de defeitos,mas extremamente bondosa, prestativa e carismática o que não justifica em hipótese alguma ser maltratada, agredida e chantageada pelos dois companheiros da qual se relaciona. Sobretudo por Oscar(Jason Sudeikis) apenas pelo fato dele querer ter uma vida menos ordinária quando tem um grande poder nas mãos.(Colossal, Canadá, 2016), de Nacho Vigalondo.Comédia dramática.110 min.12 anos.  Nota :3,0 

 

Nota - 03

 

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