Crítica – A Múmia (2017)

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Bem-vindo ao Dark Universe dos monstros
mais queridos de todos os tempos

      Depois da unificação do universo cinematográfico da Marvel Studios, em 2008, e da DC Comics (Warner), em 2013, é a vez dos monstros da Universal – Drácula, Homem Invisível, Lobisomem, Fantasma da Ópera e Monstro da Lagoa Negra, entre outros originários da década de 30 – entrarem no páreo. A exemplo da concorrência, haverá um filme por ano, começando pela estreia de A Múmia e A Noiva de Frankenstein, em 2018. A trama é divertida e deve agradar grande parte do público devido às ótimas interpretações de Tom Cruise, como Set, e Russell Crowe, como Dr. Jekyll – de “O Médico e O Monstro”, personagem aqui apresentado às pressas, que inspirou a criação do Hulk. Essa nova versão, porém, não tem gênero definido; é picotada, sem o carisma e o espírito aventureiro daquela estrelada por Brendan Fraser, apontando soluções fáceis demais para as complicadas maldições. Contudo, esse vasto e fascinante submundo dos mortos promete. A sétima arte agradece! A Múmia (The Mummy, EUA, 2017, de Alex Kurtzman, Fantasia, 111 min., 12 anos) Nota: 2,0.

 Nota - 02

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