Big Jato | Crítica

big_jatoPara além das diversas questões que envolveram o diretor pernambucano Claudio Assis neste ano, seu novo filme, Big Jato, apresentado ao público pela primeira vez no Festival de Brasília, não tem nada de muito polêmico. Na verdade, traz de volta vários elementos da filmografia do cineasta e os embala no invólucro mais ensolarado e ingênuo de um coming-of-age.

A história da juventude de Xico (Rafael Nicácio) na cidadezinha nordestina de Peixe de Pedra segue à risca a cartilha. Tem um pai opressor (Matheus Nachtergaele), um mentor que ajuda a colocá-lo nos caminhos da vida adulta (Matheus Nachtergaele sem bigode e óculos), o (malfadado) primeiro amor, o sexo, dificuldades com os colegas e irmãos, a descoberta da arte.

Só não tem o que talvez seja o mais importante: algum elemento que dê liga nisso tudo. A direção frouxa e autoconsciente de Assis não ajuda muito…

Ver o post original 550 mais palavras

Anúncios