Crítica – Mulher-Maravilha (2017)

 532910.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx

Embaixadora universal do amor

    Definitivamente, a Mulher-Maravilha (Gal Gadot) do cinema conquistou nossos corações por toda a eternidade como a primeira e única defensora dos fracos e oprimidos, já que Batman e Superman, ano passado, não passaram de inseguros heróis truculentos de pouca sabedoria. A divina princesa imaculada deixou sua ilha matriarcal para impedir uma guerra apocalíptica, em 1918, sem referência alguma do comportamento humano, auxiliada apenas pelo espião americano Steve Trevor (Chris Pine), infiltrado entre os militares alemães e que lá havia caído acidentalmente. O moderno casal 20 deixou a pieguice machista dos quadrinhos de lado, mostrando a sintonia perfeita que os fãs tanto queriam. A bela fotografia de época distinguiu o paraíso mitológico das deusas esculturais e seminuas de Themyscira, a requintada elite londrina e o nebuloso inferno realista da Primeira Guerra Mundial. Um dos melhores filmes de ação do ano, sem o antropomorfismo politeísta grego, mostrando a influência que os espíritos obsessores de fato exercem na política mundial, derrotados pela força do amor feminino. Uma grande sacada da diretora Patty Jenkins. O longa foi banido do Líbano horas antes da estreia porque a protagonista é israelense.Mulher-Maravilha.(Wonder Woman, EUA, 2017, de Patty Jenkins. Aventura.141 min.12 anos. Nota :4,5. 

 

Nota - 4,5

 

 

 

 

Anúncios