Crítica – Punhos de Sangue (2016)

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Rocky Balboa – “All I want to do is go the distance”

    O famoso jargão do esporte “Go the distance” (ir além do próprio limite) era o único objetivo do ex-vendedor Chuck Wepner (Liev Schrei-ber) frente à lenda Muhammad Ali (Pooch Hall) em março de 1975; um combate histórico que inspirou a primeira luta de Rocky Balboa contra Apollo Creed um ano depois, além de muitos outros filmes de Sylvester Stallone. O hino americano foi cantado por James Brown. Como no filme vencedor de três Oscars, o azarão aguentou os 15 rounds e ainda derrubou Ali no nono, tornando-se o quarto pugilista profissional a realizar essa proeza, três anos antes de se aposentar. Se Rocky tem o carisma e a teimosia do “garanhão italiano” Rocky Marciano, também herdou a valentia e a determinação de Chucky dentro do ringue. Em seguida, a fama lhe subiu a cabeça e o veterano atleta, que já era viciado em cocaína, trocou a primeira esposa (Elisabeth Moss) pelos inúmeros bacanais e quase morreu. Hoje, aos 78 anos, está limpo e casado com outra mulher (Naomi Watts); um exemplo de superação no combate às drogas, o mais difícil de sua vida. Esse é o que vale. Baseado amplamente no documentário The Real Rocky, de 2011, da ESPN.Punhos de Sangue. (Chuck, EUA, 2016), de Philippe Falardeau .Drama.98 min.16 anos.Nota 4,0.

Nota - 04  

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