Critica – Rei Arthur – A Lenda Da Espada (2017)

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Rei e super-Herói  com sua espada justiceira  

          O diretor Guy Ritchie costuma usar roteiros não lineares em forma de videoclipe ou videogame em suas produções. Ideia muito criativa, a exemplo da franquia Sherlock Holmes, sobretudo após o emaranhado de adaptações do rei medieval mais famoso de todos os tempos. Ocorre que essa vasta mitologia fica embolada como uma colcha de retalhos aqui, deixando os Cavaleiros da Távola Redonda – interpretados por grande elenco – com poucos momentos de grandeza e o competente tirano Vortigern (Jude Law) desorientado em seu trono, ofuscado pela espada de Excalibur empunhada pelo futuro rei bretão (Charlie Hunnam – carismático e muito gentil com a imprensa, o ator esteve no Brasil
nos dia 15 e 16). Ritchie também deixa de explorar a espiritualidade avançada dos sacerdotes druidas liderados pelo mago Merlin e pela mística Dama do Lago Viviane, filha de Diana, personagens fundamentais que são citados vagamente. Para o povo celta, as águas eram uma espécie de paraíso celestial. É por isso que, na gênese bíblica, Deus criou tudo (os céus e a terra), com exceção das águas (fluídicas) de cima e das águas de baixo.Rei Arthur – A Lenda Da Espada (King Arthur – Legend of the sword, EUA, 2017), de Guy Ritchie .Aventura.  Nota :2,5. 

 

Nota - 2,5

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