Crítica – Alien: Covenant (2017)

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Alien novamente banalizado

        O primeiro Alien – um dos melhores filmes de terror de todos os tempos – foi banalizado ao longo da franquia de quase 40 anos, a exemplo deste novo fan service de aventura sem novidades, após as intrigantes questões sobre a origem da vida deixadas em Prometheus. Parece que Ridley Scott, diretor de clássicos como Gladiador, Thelma & Louise e Blade Runner, deixou todo o seu talento criativo no século passado, tornando-se um cineasta mediano e conservador. Alien:
Covenant é totalmente previsível para um filme de ação, sem aquela sensação de isolamento e fobia dos filmes de terror. Digamos que é um Alien vs Predador melhorado. Ademais, os inúmeros tripulantes são personagens mal construídos, com exceção do excelente Michael Fassbender, que carrega o filme nas costas, deixando os aliens despercebidos. Na trama, os 17 tripulantes da gigantesca nave espacial Covenant. encontram um planeta semelhante à Terra para acomodar os 2 mil passageiros. O planeta é habitado há 15 anos pelos dois sobreviventes da nave Prometheus. Assim como no prelúdio de 2012, eles são contaminados pelos esporos da famosa raça alienígena e salvos pelo androide encapuzado David (
Fassbender), ao estilo Jedi.Alien: Covenant.EUA, 2017, de Ridley Scott.Aventura. 122 min. Nota :2,0.

 

Nota - 02

 

 

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