Crítica – A Autópsia (2016)

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Anatomia sinistra 

    Pai e filho, Tommy Tilden (Brian Cox) e Austin Tilden (Emile Hirsch), comandam um típico necrotério no interior dos Estados Unidos. O negócio funciona no porão da própria casa, infestado de ratos, com corredores rústicos e pouca iluminação, lembrando o interior do hotel do filme O Iluminado. Tudo começa quando o chefe de polícia lhes entrega o corpo intacto de uma bela e desconhecida jovem (Olwen Catherine Kelly), aparentando 20 anos, sem sinais de violência e sem impressões digitais. No decorrer da autópsia, descobre-se que o corpo foi queimado por dentro e os tornozelos e pulsos foram quebrados. Uma excelente aula de anatomia de medicina legal aos espectadores, cujo objetivo era apenas descobrir a causa mortis da garota, mas se tornou um pesadelo infernal. Vale pela ideia pouco explorada no cinema e por todo o suspense dos dois primeiros atos, apesar do desfecho infeliz, desvirtuado da proposta inicial. A Autópsia(The Autopsy of Jane Doe, Reino Unido, EUA 2016), de André Øvredal .Torror. 99 min.Nota :3,0. 

Nota - 03

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