Crítica – Guardiões da Galáxia Vol. 2 (2017)

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Família intergaláctica

    Se a franquia Velozes e Furiosos se tornou a família das estradas, a equipe dos Guardiões trambiqueiros já pode ser considerada a família das
galáxias depois deste filme. No geral, as duas novas tramas são muito parecidas, girando em torno do primeiro encontro entre um pai biológico (Kurt Russell) e seu filho (Chris Pratt), tema da bela letra da música Father and Son, de Cat Stevens. Ambas
as franquias tentam aprofundar a relação entre os membros da equipe de contraventores, incluindo as irmãs Nebula (Karen Gillan) e Gamora (Zoe Saldana), filhas do semi-deus Thanos – vilão da saga
Guerra Infinita, prometida para o ano que vem nos cinemas. O filme é muito divertido, e Baby Groot (Vin Diesel) rouba a cena ao lado de Drax (Dave Bautista) e Raccoon (Bradley Cooper), sem vacilar na hora do drama familiar. Ao contrário de Batman vs Superman, a fotografia é clara, detalhando as cenas de ação e os cenários deslumbrantes. A trilha sonora é novamente do “K7”, revivendo grandes clássicos musicais e fazendo menções a saudosas séries que marcaram os anos 80, como a sátira ao astro de Super Máquina, David Hasselhoff. O líder da facção dos piratas espaciais é Stakar Ogord (Sylvester Stallone), que terá participação significativa no decorrer da franquia e, provavelmente, em todo o universo Marvel no cinema, ao lado dos Vingadores, quando forem ao espaço. Guardiões da Galáxia Vol. 2 (Guardians of the Galaxy Vol. 2., EUA, 2017, de James Gunn.Aventura. 137 min).Nota:3,5. 

Nota - 3,5

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