Crítica – Vida (2017)

 555838.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg

 Ameba Assassina

        A trama de início ufanista lembra a temática do filme Perdido em Marte, ao introduzir o novo e gracioso passageiro marciano na Estação Espacial Internacional, localizada na estratosfera terrestre.
Denominado pelas crianças de Calvin, a prova incontestável de vida no Planeta Vermelho é um frágil organismo uni-celular – a exemplo do bichinho virtual japonês dos anos 90, Tamagotchi – que em breve poderá extinguir a vida na Terra. A partir dos primeiros e angustiantes acordes, semelhantes aos do longa Gravidade, de Alfonso Cuarón, acontece o mais surpreendente óbito. Situações tensas, inusitadas e criativas – às vezes até cômicas – regem o clima de terror e sus-pense de qualidade instaurado a bordo, graças ao elenco estelar composto por Jake Gyllenhaal, Ryan Reynolds e Rebecca Ferguson, apesar do terceiro ato se render a inevitáveis e velhos clichês, temendo uma fraca bilheteria. Inspirado na sonda Curiosity, que recentemente descobriu água em Marte e continua por lá.Vida.(Life, EUA, 2017), de Daniel Espinosa (Protegendo o Inimigo).Ficção Científica. 103 min. Nota :3,5. 

Nota - 3,5

Anúncios