Crítica – Velozes e Furiosos 8 (2017)

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Vida longa a franquia Velozes e Furiosos

      A difícil tarefa de manter o alto nível em todos os oito episódios foi cumprida até agora. Apesar da morte de Paul Walker durante as filmagens do anterior, o novo e mais divertido longa da franquia faz bonito sem perder o tom dramático nas horas certas, proporcionado pela ótima vilã Cipher (Charlize Theron). A sempre criativa cines-série acertou em cheio ao não matar personagens a esmo e, diferentemente da franquia Transformers, conecta mui-to bem os episódios, fortalecendo os laços da família de corredores. A exemplo de Os Vingadores, os deveres de cada um foram muito bem divididos em tela, mesclando o humor pastelão de Roman (Tyrese Gibson), Tej Parker (Ludacris) e a bela hacker Ramsey (Nathalie Emmanuel); as brigas mal resolvidas entre Hobbs (Dwayne Johnson), com seu carisma inigualável, e o sarcástico Deckard (Jason Statham), desafiando as leis de física; e, finalmente, a badgirl Letty (Michelle Rodriguez), com seu marido
Dom (Vin Diesel), que se voltou para o mal. Vida longa a essa família extraordinária, porque é na família que se evolui de fato.Velozes e Furiosos 8 (The Fate of the Furious, EUA, 2016), de F. Gary Gray (Be Cool – O Outro Nome do Jogo).Ação.136 min.14 anos. Nota :3,5. 

Nota - 3,5

 

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