Crítica – O Poderoso Chefinho (2017)

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 Nascido para mandar

    Ser filho único é reinar como um príncipe encantado em um eterno conto de fadas, cheio de perigos e aventuras. Tudo isso é desmanchado com a chegada do irmãozinho, que passa a ser o centro das atenções. Horrível sensação de desprezo, como se
ele fosse um poderoso, sistemático e autoritário chefinho que dominou (hipnotizou) prontamente nossos pais, ditando regras egocêntricas, por mais que você tente convencê-los a voltar ao status quo. A não ser que eles resolvam adotar um cãozinho filhote – a única razão que irá obrigá-los a nos propor uma aliança fraternal em caráter de emergência. Afinal, o inimigo do meu inimigo é meu
irmão. Divertido e criativo. Recomendo.O Poderoso Chefinho.(The boss baby, EUA, 2016), de Tom McGrath. (Madagascar) Animação.97 min.Livre.Nota :3,5. Nota - 3,5

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