Crítica – Power Rangers (2017)

    596454.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx 

Mentalizar  e morfar

      A franquia de 20 versões para TV e duas para o cinema é uma adaptação da série japonesa Kyōryū Sentai Zyuranger. É por isso que metade do longa se passa na famosa pedreira visitada com frequência por Changeman, Jaspion e Flashman, enquanto a outra metade se passa na escola da Alameda dos Anjos. Diferentemente da série americana, a equipe é composta por adolescentes rebeldes e com superpoderes (Dacre Montgomery, RJ Cyler, Naomi Scott, Becky G, Ludi Lin) que se conheceram na detenção da escola, assim como no filme Clube dos Cinco. A reviravolta acontece quando eles encontram cinco moedas de cada cor (lembrando os anéis da Tropa dos Lanternas Verdes) perdidas pelo ranger Zordon (Bryan Cranston) e a ranger traidora Rita Repulsa (Elizabeth Banks), pouco antes da queda do meteoro que extinguiu os dinossauros da face da Terra. Um longa sombrio, preocupado em estabelecer uma sintonia mental permanente entre eles antes do combate decisivo com os Zords contra a fogosa vilã ressuscitada e seu monstro Goldar, em homenagem à série de 1966 Vingadores do Espaço .Power Rangers. EUA, 2017, de Dean Israelite. Aventura. 124 min. 10 anos.Nota :3,0.

 

Nota - 03

 

Anúncios