Crítica – Fátima (2015)

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Estranha no ninho

    Fátima (Soria Zeroual) é uma argelina muçulmana
que mora na França – país de ampla maioria católica – para proporcionar melhores condições de vida às filhas adolescentes Souad, a rebelde (Kenza Noah Aïche), e Nesrine (Zita Hanrot), que pretende estudar medicina. As duas nasceram em solo francês e, por isso, se sentem integradas à cultura local, namorando com naturalidade os garotos de lá. Em contrapartida, a difícil convivência com a mãe tornou-se irremediável. “Após muitos anos na Europa, Fátima multiplica os trabalhos de faxineira e ainda não domina a língua francesa. Seu olhar triste é aquele do imigrante que sofre inúmeros maus-tratos cotidianos, mas aceita a configuração social por desconhecer seus direitos e duvidar da possibilidade de mudanças” (Bruno Carmelo, do site Adoro Cinema). Fátima 2015, de Philippe Faucon.Drama. 79 min.10 anos.Nota :3,5.

 

Nota - 3,5

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