Crítica – Negação (2016)

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Errar é humano , mentir e adulterar é crime (com spoiler)

O filme conta a história da disputa jurídica entre Deborah E. Lipstadt (Rachel Weisz) e David Irving (Ti-mothy Spall), que a acusou de difamação por tê-lo apontado como um negador do Holocausto. Pelo fato de o nazismo ter sido um regime de terror execrado por quase toda a humanidade, em nenhum momento teve-se a impressão de que a escritora seria condenada – apesar da admirável retórica à la Donald Trump do réu. Na sentença final, concluiu-se que o réu praticou um crime corriqueiro e quase sem punição no Brasil, muito comum entre políticos e militantes fanáticos: “Parece-me que a inferência correta e inevitável deve ser que a falsificação dos registros históricos foi deliberada e que Irving foi motivado por um desejo de apresentar eventos de uma forma consistente com as suas próprias crenças ideológicas, mesmo que isso envolvesse distorção e manipulação de evidências históricas”.  Nota :2,5.

 Nota - 2,5

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