Crítica – Fome De Poder (2016)

THE FOUNDER

Inventores e corruptores

A história da ascensão do McDonald’s a partir de 1954.
Após receber uma demanda sem precedentes, notar uma movimentação de consumidores fora do normal e perceber que os lanches ficavam prontos em até 30 segundos, o vendedor de Illinois Ray Kroc (Michael Keaton) adquire uma participação nos negócios da lanchonete dos irmãos Richard e Maurice “Mac” McDonald, no sul da Califórnia. Pouco a pouco, Kroc elimina os irmãos da rede e transforma a marca em um gigantesco império alimentício. A maior cadeia mundial de fast food foi inspirada no modelo fordiano da produção automotiva em massa, corrompida pela
tramoia muito parecida à do dono do Facebook, Mark Zuckerberg, revelada no filme A Rede Social. Na teoria, o fundador é sempre um cientista ou idealista de boa fé e moral ilibada, até aparecer um comerciante interessado apenas no lucro e em passar a perna nele, estratégia que deturpou o cristianismo e os melhores partidos políticos e clubes de futebol, além de transformar o McDonald’s no principal responsável por
mortes por obesidade no planeta, como denuncia o documentário Super Size Me – A Dieta do Palhaço.Fome De Poder.(The founder, EUA, 2016), de John Lee Hancock(Malévola).Drama.115 min.10 anos. Nota :3,0. 

Nota - 03

 

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