Crítica – Moonlight – Sob a Luz do Luar (2016)

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Orgulho de ser preto, pobre e homossexual 

O longa indicado ao Oscar de Melhor Filme retrata a infância,pré-adolescência e juventude do menino negro, pobre, franzino e homossexual que tenta conquistar espaço na preconceituosa sociedade americana. Desde pequeno ele convive com a mãe drogada e rodeada de parceiros sexuais. Para fugir do ambiente pesado e do bullying dos colegas na escola, inicia uma fraterna amizade com os vizinhos (Mahershala Ali e Naomie Haris – indicados a Melhor Ator e Melhor Atriz Coadjuvante) que irá durar para sempre. O competente roteiro adaptado, a fotografia, a edição e a trilha sonora indicados ao Oscar deixam o filme agradável, sem ser violento ou piegas. A direção de Barry Jenkins (também indicada ao Oscar) – ele próprio um afro-americano – consegue transformar o ambiente humilde envolto pelo tráfico de drogas em um lugar colorido, repleto de pessoas bonitas que vivem em dificuldade, mas de maneira digna.Moonlight – Sob a Luz do Luar(Moonlight, EUA, 2016), de Barry Jenkins .Drama.111 min.16 anos. Nota :3,5.

 Nota - 3,5

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