Crítica – A Tartaruga Vermelha (2016)

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Metamorfose

Meryl Streep e as extraordinárias animações do Studio Ghibli (A Viagem de Chihiro), frequentemente ameaçado de fechar, são as únicas presenças garantidas na festa do Oscar. Sua 22ª animação é uma espécie de Robinson Crusoé sem diálogos, com a peculiar filosofia japonesa; um espetáculo visual ambientado em um paraíso tropical deserto com diversas tonalidades de cor destacando a manhã, a tarde, a noite e o mundo dos sonhos. Uma trama singela que não vai além do magnífico ciclo da natureza, com foco nos caranguejos, nos pássaros e nas tartarugas que desovam no mar.A Tartaruga Vermelha (The red turtle, Japão, França, Bélgica, 2016), de Michaël Dudok de Wit. 80 min.Livre.Nota :4,0. 

Nota - 04

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