Crítica- Um homem chamado Ove (2016)

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Deixe-me morrer em paz

Velho ranzinza e rabugento (Rolf Lassgård) administra um
condomínio de forma pragmática, sem paciência para conviver com os condôminos, sobretudo após a morte da esposa (Ida Engvoll), o único amor de sua vida, a quem visita diariamente no cemitério, relembrando os momentos marcantes em grande parte do longa. Sem motivo para viver depois de ser demitido, Ove tenta se suicidar diversas vezes, mas é sempre impedido por um morador que solicita a sua ajuda. E mesmo sem vontade, aos trancos e barrancos, conquista a simpatia deles, principalmente da nova moradora, a grávida Parvanehl (Bahar Pars). Afinal, nenhum homem é uma ilha. Indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Maquiagem. 
Um homem chamado Ove. En Man Som Heter Ove, Suécia, 2016), de Hannes Holm .Comédia Dramática.116 min.14 anos.Nota :3,0.

Nota - 03

 

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