Crítica – John Wick – Um Novo Dia Para Matar (2016)

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Nasce um mito no limiar do século 21

O personagem de Keanu Reeves (John Wick) é um ex-assassino que “nasceu” despretensioso e, graças a essa se-quência maravilhosa, tornou-se um ícone dos filmes de ação inspirado nas grandes franquias dos anos 80, algo que Vin Diesel e The Rock ainda não conseguiram. Assim como nos filmes clássicos de brutamontes Rambo, Rocky e Exterminador do Futuro, John Wick virou um mitológico exército de um homem só, com estilo de luta peculiar em traje esporte fino. As cores e os cenários foram cuidadosamente escolhidos para combinar com a ação. Temido pelos chefões do crime de Roma, o vingador produz frases de efeito sempre adequadas à ocasião (a exemplo de outros personagens de ação). O diretor Chad Stahelski foi dublê de Reeves em Matrix e Constantine  John Wick – Um Novo Dia Para Matar (John Wick 2, EUA, 2016, de Chad Stahelski.Ação. 123 min.16 anos.Nota :3,5.

Nota - 3,5

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