Crítica – Eu,Olga Hepnarová (2016)

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Louca e rebelde por justa causa ( com spoliers)

Cinebiografia de Olga Hepnarová (Michalina Olszanska), uma jovem lésbica incompreendida pelos pais e com muita dificuldade de se relacionar. Na escola, sofreu bullying. Mais tarde, tentou se suicidar e foi parar numa clínica psiquiátrica. Em 1973, jogou um caminhão contra 25 pessoas, matando oito. Condenada à pena de morte por vontade própria, tornou-se a última mulher a ser executada na Tchecoslováquia. O longa em preto e branco
dá a entender que ela sofria de esquizofrenia, cujos trans-tornos mentais são muito parecidos aos do matemático John Forbes Nash, interpretado por Russell Crowe em Uma Mente Brilhante. Diferentemente do comportamento caridoso e contundente do médium Chico Xavier, que morou sozinho a partir dos 21 anos, psicografando mais de 400 livros sem receber um centavo por eles e, mesmo assim, sendo taxado de esquizofrênico e louco por aqueles que não compreendem seu dom especial.Eu,Olga Hepnarová.(Já,Olga Hepnarová, República Tcheca, Polônia, Eslováquia, França, 2016, de Tomas Weinreb, Petr Kazda.Drama.105 min.16 anos. Nota :3,5. Nota - 3,5

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