Crítica – Vale da Luta (2016)

 

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Denegrindo a filosofia das artes marciais

Lutadoras profissionais como as campeãs mundiais de MMA: Miesha Tate, Holly Holm e a brasileira Cris Cyborg duelam em lutas clandestinas denegrindo ainda mais a imagem do esporte sangrento.Além de não saber atuar elas brigam,matam e aleijam as colegas sem motivo aparente quando estão de bobeira ou competindo.Lá, os brancos matam e os negros assumem o papel de vilão.Vale da Luta.(Fight Valley, EUA, 2016), de Rob Hawk.Ação.90 min.Nota :1,5.

Nota - 1,5  

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