Crítica – Toni Erdmann (2016)

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Não leve a vida tão á sério, filha

Pai e filha tem comportamentos opostos; enquanto Winfried (Peter Simonischek) leva uma vida bem humorada exercendo atividades artísticas e criativas, Ines (Sandra Hüller) é uma workaholic sisuda persistindo de rotineiros encontros alienados.A incompatibilidade de gênios vem á tona á partir de uma reunião de negócios quando o pai disfarçado do alter ego Toni Erdmann solta uma piada inoportuna que provoca a demissão de um funcionário. No entanto, mais tarde, noutro ambiente mais alegre e caseiro a filha consegue extravasar toda tensão acumulada durante anos cantando como nunca cantou e reaproximando-os.Contraste parecido ao do filme Tempos Modernos.Na trama, após enlouquecer de tanto trabalhar ludicamente em uma fábrica fordiana; fracassar como vigia,auxiliar de mecânico e garçom,Carlitos ganha uma única oportunidade para cantar em um restaurante , e usando seu intelecto em vez do trabalho rude e pesado que estava acostumado dá um show soltando a voz pela primeira vez nas telonas.Um dos favoritos ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro merecidamente. Toni Erdmann,Alemanha,Áustria, 2016, de Maren Ade.Drama.162 min.16 anos Nota:4,0.Nota - 04

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