Crítica – Estrelas Além do Tempo (2016)

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Mulheres Negras e Ocultas da Nasa

Em 1961, no auge da corrida espacial, um grupo de mulheres negras foi selecionado pela NASA em processo semelhante ao realizado pela Universidade de Cambridge
no filme O Jogo da Imitação. Dentre elas, destacaram-se a
brilhante matemática Katherine G. Johnson (Taraji P. Henson), a engenheira e dona de duas graduações na área de exatas Mary Jackson (Janelle Monáe) e a primeira supervisora mulher e negra da história da NASA, Dorothy Vaughan (Octavia Spencer – indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante). No entanto, o astronauta russo Yuri Gagarin foi ao espaço antes do americano John Glenn (Glen Powell) – falecido há dois meses, aos 95 anos –, sobretudo por causa da burocracia racista, machista e retrógrada que ditava regras próprias para o uso do banheiro e até da xícara de café. Um absurdo que prova que a humanidade somente conquistará o espaço – a exemplo da clássica série Jornada nas Estrelas – quando estiver isenta de preconceitos. Indicado ao Oscar de Melhor Filme.Estrelas Além do Tempo.Hidden Figures, EUA, 2016), de Theodore Melfi(Um Santo Vizinho).Drama com Kirsten Dunst, Kevin Costner e Mahershala Ali.127 min. Livre.Nota :4,0. 

 

Nota - 04

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